Para driblar multas, caminhoneiro cobre placas com papel higiênico e barro em Uberlândia

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Homem foi flagrado na manhã de domingo (1°) com as placas cobertas na MGC-497. Segundo a PMRv, caminhão estava acima do peso permitido e caminhoneiro tentou esconder placas para evitar a verificação do peso na  balança.

Um caminhoneiro, que não teve nome e idade divulgados, foi preso na manhã de domingo (1°) ao ser flagrado com as placas do veículo cobertas por papel higiênico e barro, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

De acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o homem confessou que tentou esconder a identificação para evitar multas e escapar da pesagem obrigatória na balança, já que o caminhão estava 1.100 kg acima do limite permitido.

🔎 Veículos de carga acima de 3.500 kg devem obrigatoriamente passar pela balança. A evasão da pesagem é infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. Já tampar ou encobrir a placa configura infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, sete pontos, possibilidade de apreensão do veículo e pena de reclusão de 3 a 6 anos.

Ainda segundo a PMRv, a irregularidade foi identificada durante uma fiscalização por volta das 8h, na MGC-497. Ao abordar o veículo, os policiais constataram que a placa traseira estava coberta com papel higiênico e a dianteira com barro.

Diante do flagrante do crime de supressão de sinal identificador, prática usada para burlar radares, balanças e praças de pedágio, os policiais deram voz de prisão ao caminhoneiro.

A PMRv informou que a multa aplicada foi apenas pela falta de visibilidade da placa. No caso da balança, não houve autuação, já que não foi possível flagrar a evasão da pesagem.

Ainda conforme os militares, a pesagem irregular é registrada diretamente no equipamento, seja pelo excesso de peso ou pela não passagem, quando câmeras fotografam o veículo.

O caminhoneiro foi preso e conduzido à Polícia Civil.

g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber se o caminhoneiro foi ouvido e liberado ou se permanece preso, mas até a última atualização não houve resposta.

Fonte https://g1.globo.com/

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