Mulheres estão usando tática para aumentar renda na aposentadoria

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Cada vez mais pessoas estão apostando na Previdência Complementar, como uma forma de complementar a renda na hora da aposentadoria. Recentemente, a Brasilprev, empresa de previdência privada da BB Seguros, divulgou um estudo com um dado interessante: nos últimos dez anos, o número de mulheres investindo na empresa mais do que dobrou, passando de 582 mil em 2015 para 1,3 milhão em 2025.

Além disso, a reserva acumulada por elas também teve um salto considerável: de R$ 43,2 bilhões para R$ 203 bilhões na última década.

“A transformação no perfil de investimento das mulheres representa uma mudança cultural importante, onde elas assumem protagonismo na gestão do seu futuro e na busca por mais segurança”, declarou a presidente da Brasilprev, Ângela Assis, segundo o Sonho Seguro. “O portfólio de estratégias da Brasilprev foi desenvolvido com o objetivo de empoderar esta jornada, oferecendo soluções flexíveis e personalizadas.”

No geral, as mulheres estão mais conscientes da importância do planejamento financeiro. O estudo “Raio X do Investidor Brasileiro”, da Anbima em parceria com o Datafolha, revelou que 47% das mulheres pretendem investir este ano.

Como funciona a aposentadoria complementar?

Existem vários planos de aposentadoria privada. Esses planos não estão ligados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e funcionam como uma renda extra para a aposentadoria oficial (do INSS).

No geral, temos dois tipos de previdência privada: fundos de pensão oferecidos pela empresa a seus funcionários ou planos abertos disponíveis para qualquer pessoa por meio de bancos ou corretoras. Na primeira fase, você precisa realizar as contribuições periódicas estabelecidas pelo seu plano. Normalmente, essas contribuições precisam ser feitas por um longo período, entre 20 e 35 anos.

“Na segunda fase, ocorre o recebimento do dinheiro, sendo possível antecipar um percentual e receber o restante do montante em forma de renda mensal, com uma quantia fixa sendo recebida diretamente na conta corrente”, explica o Sicoob.

Fonte – diariodocomercio.com.br / Carolina Carvalho

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