Idosos não precisam mais pagar estas três contas fundamentais no Brasil

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No Brasil, pessoas idosas contam com uma série de benefícios criados para garantir mais dignidade, segurança financeira e qualidade de vida. Entre essas vantagens, estão isenções e gratuidades que podem aliviar significativamente o orçamento mensal — inclusive em três serviços essenciais que fazem parte da rotina de qualquer cidadão.

Um dos principais benefícios é a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), que oferece descontos significativos na conta de luz para famílias de baixa renda, incluindo idosos inscritos no CadÚnico ou que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Além disso, muitos municípios brasileiros concedem isenção do IPTU para idosos, embora as regras variem conforme a prefeitura.

Outro alívio importante é a possibilidade de ficar isento do Imposto de Renda. Idosos com 65 anos ou mais têm direito a uma faixa de isenção maior, desde que se enquadrem nos limites estabelecidos pela Receita Federal. Para muitos, essa combinação de benefícios representa uma economia considerável ao longo do ano, garantindo mais tranquilidade financeira.

Em resumo, esses três benefícios representam muito mais do que simples descontos: são ferramentas fundamentais para assegurar qualidade de vida e preservar o bem-estar financeiro da população idosa. Conhecer e solicitar cada um deles pode fazer toda a diferença na rotina, permitindo que o idoso mantenha suas despesas essenciais sob controle.

Para ter acesso a essas isenções, é fundamental que o idoso esteja atento aos requisitos de cada programa. No caso da Tarifa Social de Energia Elétrica, é necessário estar inscrito no CadÚnico ou receber o BPC, além de atualizar regularmente os dados no sistema.

Já a isenção do IPTU depende de cada município, e normalmente exige que o idoso faça a solicitação diretamente na prefeitura, apresentando documentos que comprovem renda, idade e titularidade do imóvel.

Quanto ao Imposto de Renda, a isenção não é automática para todos: o idoso deve seguir as orientações da Receita Federal e verificar se sua renda tributável está dentro da faixa permitida. Em alguns casos, mesmo sendo isento, ele ainda precisa entregar a declaração anual para manter a regularidade fiscal.

FONTE https://www.tnh1.com.br

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