FALA SÉRIO 194, PETROBRAS, INVESTIMENTOS E INDÚSTRIA DE BASE A Petrobras é maior do que seu balanço.

bandeira

Cláudio da Costa Oliveira    Agosto 2026

Durante décadas, a Petrobras não foi apenas uma produtora de petróleo.

Foi também uma das maiores compradoras brasileiras de engenharia, aço, máquinas, equipamentos, navios, plataformas, bombas, válvulas, motores, transformadores, tubulações, construção e montagem industrial.

Quando a Petrobras investe, milhares de empresas recebem encomendas.

Quando deixa de investir, o efeito também se espalha por toda a economia.

Por isso, para avaliar a Petrobras não basta perguntar:

Quanto ela lucrou? Quanto deve? Quanto distribuiu aos acionistas?

Precisamos perguntar também:

Quanto desenvolvimento industrial a Petrobras produz para o Brasil?

1. A PETROBRAS ESTAVA “QUEBRADA”?

Em 28 de abril de 2016, Carlos Alberto Sardenberg publicou no jornal O Globo o artigo “Enterrar de novo o populismo”.

A sentença foi categórica:

“Quebraram a estatal.”

E sustentava que a Petrobras somente não estava em recuperação judicial por ser uma estatal e que se esperava uma futura capitalização governamental. A existência e o conteúdo daquela coluna estão documentados.

Mas uma empresa estar endividada é uma coisa.

Estar quebrada ou insolvente é outra completamente diferente.

E os números da Petrobras contavam uma história que precisava ser examinada.

2. DÍVIDA PARA FAZER O QUÊ?

A Petrobras havia executado um dos maiores programas de investimentos da história empresarial brasileira.

O Plano de Negócios 2014–2018 previa US$ 220,6 bilhões em investimentos, sendo US$ 153,9 bilhões em exploração e produção. A própria companhia informava que, dentro dos investimentos em desenvolvimento da produção e exploração, 60% seriam destinados ao pré-sal.

Portanto, não basta olhar o valor absoluto da dívida.

É preciso perguntar:

QUE ATIVOS ESTAVAM SENDO CONSTRUÍDOS COM ESSA DÍVIDA?

E existe um elemento fundamental.

Em 2010, a União cedeu onerosamente à Petrobras o direito de produzir até 5 bilhões de barris equivalentes de petróleo no pré-sal.

A Lei nº 12.276/2010 estabeleceu expressamente esse limite. O contrato foi inicialmente avaliado em aproximadamente R$ 74,8 bilhões; documentos oficiais posteriormente registraram o equivalente a cerca de US$ 42,5 bilhões.

Esses barris não eram dinheiro disponível imediatamente.

Precisavam de plataformas, poços, sistemas submarinos e enormes investimentos para serem produzidos.

Mas representavam uma gigantesca fonte futura de produção e geração de caixa.

Foi nesse contexto que a dívida cresceu.

3. E OS BANCOS? ACREDITAVAM QUE A PETROBRAS ESTAVA QUEBRADA?

Em 2015, em plena Lava Jato, a Petrobras continuou obtendo financiamento de longo prazo.

Naquele ano captou US$ 17,4 bilhões em financiamentos de longo prazo.

Entre essas operações estavam:

US$ 5 bilhões do China Development Bank

e

US$ 2,5 bilhões em títulos internacionais com vencimento em 2115 — cem anos depois da emissão.

A emissão centenária teve rendimento de 8,45%, portanto o mercado cobrava um prêmio de risco elevado. Mas investidores efetivamente emprestaram US$ 2,5 bilhões à Petrobras por prazo extraordinariamente longo.

Mais importante ainda: em 2015, a Petrobras gerou US$ 25,9 bilhões nas atividades operacionais, realizou US$ 21,5 bilhões em investimentos e encerrou o exercício com cerca de US$ 25,8 bilhões de reserva de liquidez.

Esses dados não provam que a empresa não tivesse riscos financeiros.

Provam algo diferente:

chamar a Petrobras simplesmente de “quebrada” ignorava sua geração de caixa, sua liquidez, seus ativos, seu acesso a financiamento e a produção futura dos projetos que estavam sendo implantados.


4. 2016: O ANO QUE DEVERIA TER MUDADO A DISCUSSÃO

O preço internacional do petróleo caiu violentamente.

As grandes petroleiras internacionais sofreram forte queda em sua geração operacional de caixa.

Mas aconteceu algo extraordinário com a Petrobras.

Em 2015, sua geração operacional de caixa havia sido de R$ 86,7 bilhões.

Em 2016, subiu para:

R$ 89,7 BILHÕES

Ou seja, não caiu. Aumentou.

Quando convertidos para dólares nos balanços daquele período, aproximadamente:

EmpresaGeração operacional de caixa — 2016
PetrobrasUS$ 26,1 bilhões
ExxonMobilUS$ 22,1 bilhões
ShellUS$ 20,6 bilhões
TotalUS$ 16,5 bilhões
ChevronUS$ 12,8 bilhões
BPUS$ 10,7 bilhões

A ExxonMobil havia gerado US$ 30,3 bilhões em 2015 e caiu para US$ 22,1 bilhões. A Shell caiu de US$ 29,8 bilhões para US$ 20,6 bilhões. A Chevron, de US$ 19,5 bilhões para US$ 12,8 bilhões. A BP, de US$ 19,1 bilhões para US$ 10,7 bilhões. A Total caiu de US$ 19,95 bilhões para US$ 16,52 bilhões.

A PETROBRAS SUPEROU TODAS ELAS.

Como explicar?

5. O PETRÓLEO CAIU. MAS OS PREÇOS INTERNOS NÃO CAÍRAM NA MESMA PROPORÇÃO

O mercado interno brasileiro funcionou como importante proteção para o caixa da Petrobras.

A própria companhia informou que a geração operacional de caixa de 2015, em reais, havia sido favorecida por preços mais altos de gasolina e diesel, menores custos de importação e maior participação do petróleo nacional no refino.

Em 2016, as margens com derivados continuaram tendo papel importante.

E existe uma prova particularmente interessante.

Quando Pedro Parente implantou a nova política baseada na paridade internacional de importação, em outubro de 2016, qual foi a primeira providência?

DIMINUIR OS PREÇOS.

Gasolina:

–3,2%

Diesel:

–2,7%

No mês seguinte houve nova redução: 3,1% na gasolina e 10,4% no diesel. Documentos arquivados na SEC registram essas reduções.

Isso significa algo muito simples:

quando a nova política de paridade começou, os preços existentes não estavam abaixo da nova referência. Estavam suficientemente altos para que a primeira aplicação da política produzisse redução.

Ao mesmo tempo, importadores de combustíveis estavam conquistando espaço no mercado brasileiro.

Portanto, a queda internacional do petróleo atingiu fortemente as grandes petroleiras mundiais, mas a Petrobras conseguiu preservar uma excepcional geração operacional de caixa.

6. MAS OS INVESTIMENTOS FORAM REDUZIDOS

E aí surge a contradição principal deste artigo.

O Plano 2014–2018 previa:

US$ 220,6 BILHÕES

O Plano 2015–2019 (governo Dilma) passou para:

US$ 130,3 BILHÕES

E, em janeiro de 2016, foi novamente ajustado para:

US$ 98,4 BILHÕES

É necessário observar que os planos têm janelas móveis diferentes e parte da redução em dólares decorreu também de câmbio, revisão de projetos e outras alterações.

Mas a mudança estratégica é inequívoca.

O Plano 2015–2019 estabelecia como objetivos fundamentais desalavancar a companhia e gerar valor para os acionistas, priorizando exploração e produção e reduzindo os investimentos nas demais áreas. Previa também US$ 15,1 bilhões em desinvestimentos para 2015–2016.

A pergunta que precisa ser feita é:

SE A PETROBRAS CONTINUAVA GERANDO TANTO CAIXA, ERA NECESSÁRIO REDUZIR OS INVESTIMENTOS NESSA DIMENSÃO?

Esta é uma pergunta diferente de negar a necessidade de disciplina financeira.

Toda empresa precisa selecionar bons projetos, eliminar desperdícios e administrar sua dívida.

A questão é o grau da mudança e suas consequências para a economia brasileira.

7. QUANDO A PETROBRAS CORTA UM INVESTIMENTO, QUEM MAIS PERDE?

Uma refinaria não é construída apenas pela Petrobras.

Ela demanda:

engenharia, estruturas metálicas, vasos de pressão, bombas, compressores, válvulas, tubos, motores, transformadores, cabos, instrumentação, construção e montagem.

Uma plataforma demanda centenas de fornecedores.

Um navio demanda aço, motores, equipamentos elétricos, engenharia naval e milhares de trabalhadores.

Quando um projeto é cancelado, não desaparece apenas um número do orçamento da Petrobras.

DESAPARECE UMA ENCOMENDA INDUSTRIAL.

Em janeiro de 2015 foram encerrados os projetos das refinarias Premium I e Premium II.

Bilhões já haviam sido gastos.

Mas, para a indústria de base, talvez mais importante do que aquilo que já havia sido gasto fosse tudo aquilo que deixaria de ser comprado nos anos seguintes.

8. A INDÚSTRIA NAVAL É O EXEMPLO MAIS VISÍVEL

A retomada da construção naval brasileira esteve profundamente associada às encomendas da Petrobras e da Transpetro.

O setor chegou a aproximadamente:

80 MIL EMPREGOS EM 2014

Em 2021 havia:

MENOS DE 15 MIL

segundo estudo do BNDES.

Seria incorreto atribuir toda essa queda exclusivamente à Petrobras.

Houve Lava Jato, crise econômica, problemas dos estaleiros, Sete Brasil, queda do petróleo e vários outros fatores.

Mas existe uma realidade que nenhuma explicação pode eliminar:

estaleiro não fabrica navio para estoque.

E uma Bardella, uma Dedini ou um grande fabricante de equipamentos pesados também não constrói suas grandes máquinas esperando que algum comprador apareça um dia.

INDÚSTRIA DE BASE PRECISA DE ENCOMENDA.

9. CONTEÚDO NACIONAL NÃO É APENAS UMA PORCENTAGEM

A política de conteúdo local no setor de petróleo tinha justamente o objetivo de utilizar essa enorme demanda para promover desenvolvimento econômico e tecnológico da indústria brasileira e de sua cadeia de fornecedores.

A legislação atribui ao CNPE a definição de estratégia para o desenvolvimento econômico e tecnológico da indústria de petróleo e de sua cadeia e prevê mecanismos de conteúdo local.

Conteúdo nacional não pode significar comprar qualquer coisa no Brasil a qualquer preço.

A indústria nacional precisa ser produtiva e competitiva.

Mas também não se pode comparar apenas:

EQUIPAMENTO IMPORTADO = R$ X

contra

EQUIPAMENTO NACIONAL = R$ Y

Porque o equipamento nacional pode produzir também:

engenharia + emprego + tecnologia + fornecedores + arrecadação + capacidade futura de exportação.

Tudo isso possui valor econômico.

10. E A PETROBRAS “QUEBRADA” TERMINOU 2016 COMO?

O ano passou.

Não houve recuperação judicial.

Não houve aporte do Tesouro para salvar a empresa.

A Petrobras terminou 2016 com:

R$ 89,7 bilhões de geração operacional de caixa.

R$ 69 bilhões aproximadamente em caixa e equivalentes.

E, no final daquele ano, Petrobras e TAG realizaram liquidações antecipadas de financiamentos junto ao BNDES que, somadas, chegaram a aproximadamente R$ 20 bilhões.

Ou seja, a companhia que meses antes havia sido descrita como dependente de uma futura capitalização governamental estava antecipando pagamentos bilionários ao banco estatal.

O fato foi confirmado pelo próprio BNDES.

E ainda havia valores bilionários a receber do sistema Eletrobras referentes ao fornecimento de combustíveis.

11. A IMPRENSA VIU. MAS CORRIGIU A NARRATIVA?

Esta talvez seja a parte mais grave dessa história.

Os números não eram secretos.

Estavam nos balanços.

As reduções de preço estavam sendo anunciadas.

Os pagamentos antecipados ao BNDES eram públicos.

Os balanços da Exxon, Shell, BP, Chevron e Total também eram públicos.

A imprensa viu cada um desses fatos.

Mas uma questão permaneceu praticamente ausente do grande debate:

COMO UMA EMPRESA SUPOSTAMENTE “QUEBRADA” PODIA GERAR MAIS CAIXA OPERACIONAL DO QUE AS MAIORES PETROLEIRAS DO MUNDO?

E, quando 2016 terminou sem recuperação judicial e sem aporte do Tesouro, a afirmação de abril foi corrigida com a mesma intensidade com que havia sido divulgada?

Não cabe afirmar sem provas se isso decorreu de incompetência, viés editorial, interesses econômicos ou cooptação.

Mas cabe perguntar.

E cabe também registrar que, já naquele período, comecei a contestar publicamente essa interpretação, dando origem posteriormente à série:

A MÃE DE TODAS AS MENTIRAS

A tese continua simples:

NÃO BASTA LER A MANCHETE.

É PRECISO LER O BALANÇO.

A própria série e sua origem estão registradas em publicações posteriores do Soberano Brasil e da biblioteca da AEPET.

12. DEPOIS VEIO O FLUXO DE CAIXA LIVRE

Anos depois, a remuneração aos acionistas da Petrobras passou a ser fortemente relacionada ao fluxo de caixa livre.

A política chegou a utilizar 60% do fluxo de caixa livre como referência.

Em 2023, esse percentual foi reduzido para 45%.

A fórmula atual é:

REMUNERAÇÃO = 45% × FLUXO DE CAIXA LIVRE

E a própria Petrobras explica:

fluxo de caixa livre é, essencialmente, a diferença entre o caixa operacional e os investimentos, com os ajustes previstos pela política.

Existe, portanto, uma relação matemática:

MAIS INVESTIMENTO → MENOR FLUXO DE CAIXA LIVRE

MENOS INVESTIMENTO → MAIOR FLUXO DE CAIXA LIVRE

Mantidas as demais variáveis.

Isso não prova que investimentos sejam reduzidos com a finalidade de aumentar dividendos.

Mas mostra que a política cria um conflito de alocação de capital que merece atenção especial numa estatal estratégica.

13. O CASO DE 2024

Em 2024, a Petrobras apresentou:

Lucro líquido: R$ 36,6 bilhões
Fluxo de caixa operacional: R$ 204 bilhões
Investimentos: R$ 91 bilhões
Dividendos pagos durante o ano: R$ 102,6 bilhões.

Existe uma ressalva indispensável: os R$ 102,6 bilhões pagos no ano-calendário não correspondem exclusivamente ao lucro produzido em 2024; parte decorreu de remunerações deliberadas anteriormente e reservas.

Portanto, não se trata de afirmar que houve irregularidade.

Trata-se de mostrar uma transformação importante:

a capacidade de remunerar os acionistas passou a estar profundamente associada à extraordinária geração de caixa da companhia.

E essa geração de caixa continua sendo alimentada pelo aumento da produção dos gigantescos campos do pré-sal — justamente aqueles que exigiram os grandes investimentos e o endividamento dos anos anteriores.

14. JONES ACT X BR DO MAR

Há outro exemplo de política industrial que merece reflexão.

Em 1920, os Estados Unidos aprovaram o chamado Jones Act.

Para o transporte de cargas entre portos americanos, a legislação exige, em linhas gerais, embarcações construídas nos Estados Unidos, pertencentes a americanos e tripuladas por americanos.

A própria administração marítima dos Estados Unidos associa a política à preservação de uma indústria marítima nacional.

Mais de cem anos depois, ela continua existindo.

No Brasil, a BR do Mar, Lei nº 14.301/2022, ampliou as hipóteses pelas quais empresas brasileiras de navegação podem afretar embarcações de subsidiárias estrangeiras para operar na cabotagem.

A BR do Mar não provocou a crise dos estaleiros brasileiros.

A crise já existia.

Mas fica uma pergunta:

SE A CABOTAGEM BRASILEIRA CRESCER, QUEREMOS QUE ESSE CRESCIMENTO TAMBÉM PRODUZA NAVIOS, AÇO, EQUIPAMENTOS, ENGENHARIA E EMPREGOS NO BRASIL?

Os Estados Unidos responderam a essa pergunta em 1920.

O Brasil ainda precisa respondê-la.

PETROBRAS: LUCRO OU DESENVOLVIMENTO?

Essa é uma falsa escolha.

A Petrobras deve ser:

EFICIENTE.

LUCRATIVA.

FINANCEIRAMENTE SÓLIDA.

TECNICAMENTE AVANÇADA.

Mas precisa ser também uma grande indutora do desenvolvimento brasileiro.

A Petrobras explora uma riqueza natural pertencente à União.

Possui escala extraordinária.

Domina tecnologias de classe mundial.

Movimenta centenas de bilhões de reais.

Suas decisões de investimento afetam diretamente siderúrgicas, estaleiros, fabricantes de equipamentos, empresas de engenharia e milhares de fornecedores.

Portanto, sua contribuição ao Brasil não pode ser medida apenas por:

lucro, dívida, EBITDA, geração de caixa e dividendos.

Também precisa ser medida por:

investimentos, empregos, tecnologia, engenharia, conteúdo nacional e capacidade industrial.

CONCLUSÃO

A dívida que financiou o desenvolvimento do pré-sal apareceu imediatamente nos balanços.

O petróleo e o caixa produzidos por aqueles investimentos vieram depois.

Em 2015, enquanto se dizia que a Petrobras estava à beira da quebra, investidores estrangeiros compravam títulos da companhia com vencimento em 2115.

A empresa possuía o direito de produzir até 5 bilhões de barris da Cessão Onerosa.

Em 2016, sua geração operacional de caixa atingiu R$ 89,7 bilhões e superou, em dólares, a geração de caixa de ExxonMobil, Shell, Total, Chevron e BP.

Mesmo assim, seus investimentos foram drasticamente reduzidos, ativos foram colocados à venda e milhares de encomendas desapareceram.

Anos depois, a extraordinária geração de caixa passou a ser também a base de uma elevada remuneração aos acionistas.

Por isso, a pergunta fundamental não é:

QUANTO A PETROBRAS DEVE?

Nem:

QUANTO A PETROBRAS DISTRIBUIU?

A pergunta que interessa ao Brasil é:

O QUE A PETROBRAS ESTÁ FAZENDO COM A EXTRAORDINÁRIA RIQUEZA QUE PRODUZ?

O petróleo é finito.

Os campos um dia se esgotarão.

Mas fábricas, tecnologia, engenharia, conhecimento e trabalhadores qualificados podem continuar produzindo riqueza por gerações.

A PETROBRAS É MAIOR DO QUE SEU BALANÇO.

O PETRÓLEO PASSA.

A INDÚSTRIA, A TECNOLOGIA E O CONHECIMENTO PODEM FICAR.

CRITICAS, OPINIÕES, SUGESTÕES: soberaobasiles@gmail.com

REFERÊNCIAS

  1. Petrobras/SEC — Plano de Negócios 2014–2018: US$ 220,6 bilhões de investimentos e concentração dos investimentos de E&P no pré-sal.
  2. Lei nº 12.276/2010; ANP/MME — Cessão Onerosa e direito da Petrobras de produzir até 5 bilhões de barris equivalentes de petróleo.
  3. Petrobras/SEC — Form 20-F 2015 — geração operacional, investimentos, reserva de liquidez, financiamentos e recursos do China Development Bank.
  4. Petrobras/SEC — emissão de 2015 — US$ 2,5 bilhões em títulos com vencimento em 2115.
  5. Petrobras/SEC — resultados de 2016 — R$ 89,7 bilhões de fluxo de caixa operacional.
  6. ExxonMobil, Shell, Total, Chevron e BP — relatórios anuais de 2016 — fluxos de caixa operacionais utilizados na comparação internacional.
  7. Petrobras — PNG 2015–2019 — redução dos investimentos e objetivos de desalavancagem e geração de valor para os acionistas.
  8. ANP — legislação e política de conteúdo local na cadeia de petróleo e gás.
  9. Petrobras — Política de Remuneração aos Acionistas e fórmula de 45% do fluxo de caixa livre.
  10. Petrobras — Resultados de 2024: lucro, fluxo operacional, investimentos e dividendos pagos.
  11. U.S. Maritime Administration — Jones Act e preservação da capacidade marítima americana.
  12. Lei nº 14.301/2022 — BR do Mar e regras de afretamento de embarcações estrangeiras.
  13. O Globo / registro do artigo de Carlos Alberto Sardenberg — “Enterrar de novo o populismo”, 28/04/2016.
  14. Soberano Brasil/AEPET — registros posteriores da série “A Mãe de Todas as Mentiras”.

Parte inferior do formulário

WhatsApp
Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram

Endereço

BRASIL

Fale conosco

© Copyright 2022 Soberano Brasil. Todos os direitos reservados.