Escrito por Cláudio da Costa Oliveira com IA em junho de 2026
Quando pensamos em geração de eletricidade, poucas fontes apresentam tantas vantagens quanto as hidrelétricas.
A água é gratuita.
Não existe gasto permanente com combustível.
A vida útil das usinas pode superar meio século.
Depois de amortizados os investimentos iniciais, o custo de geração torna-se extremamente reduzido.
Talvez por isso países como Brasil, Canadá, Noruega e China tenham investido pesadamente nesse tipo de energia.
Entretanto, existe uma diferença importante entre custo e preço.
O custo de produzir eletricidade pode ser baixo.
Mas o preço pago pelo consumidor frequentemente incorpora impostos, encargos, subsídios, transmissão e distribuição.
Recentemente, o presidente da Cemig resumiu essa realidade em uma frase que merece reflexão:
“O custo da energia é barato. O preço da conta é alto.”
Essa observação também pode ser aplicada aos combustíveis.
Uma coisa é o custo de produção.
Outra, muito diferente, é o preço pago pelo consumidor.
Essa diferença influencia diretamente a competitividade de uma economia.
Isto faz, por exemplo, com que a energia breasileira, que deveria ser uma das mais baratas do mundo, se torne uma das mais carras. Prejudicando o cresimento econômico do país.
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