Ao lado do presidente Lula (PT) e do ex-relator da Lei do Gás, Chambriard criticou ofensiva para desconcentração do mercado

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta sexta (29) que a estatal avalia a ampliação da capacidade de suas fábricas de fertilizantes (Fafens) localizadas em Sergipe, Bahia e Paraná, além da unidade em construção em Mato Grosso do Sul.
Durante evento de anúncio de investimentos em Sergipe, a executiva explicou que a medida ainda depende de estudos técnicos, mas integra a estratégia de elevar a produção de fertilizantes nitrogenados em busca da autosuficiência nacional.
Segundo Chambriard, a estatal será capaz de suprir 35% da demanda nacional por fertilizantes nitrogenados com os investimentos atuais, mas a intenção é chegar a cerca de 75%
“Isso depende dos estudos do pessoal de refino. Está na mão do diretor William [França] e da diretora Renata [Baruzzi] estudar para que o Brasil, aproveitando o aumento da produção de gás natural proporcionado pela Petrobras, consiga chegar a cerca de 70% a 75% dos fertilizantes nitrogenados que o Brasil precisa”.
Ao lado do presidente Lula (PT), a presidente da Petrobras anunciou mais R$ 72 bilhões em investimentos Sergipe, ao mesmo tempo em que criticou a desconcentração do mercado de gás natural.
“O que abaixa o preço do gás natural não é trocar o gás natural de mãos. Tampouco fazer algum tipo de canetada para trocar o gás natural de mãos. O que gera gás natural e abaixa o preço é investir com seriedade, colocar esforço, aumentar o esforço de produção, de compressão, de busca desse gás natural, para que ele olhe para a lei da oferta e da procura”, criticou Chambriard, durante evento com a presença do ex-relator da Lei do Gás, senador Laércio Oliveira (PP/SE).
“Isso depende dos estudos do pessoal de refino. Está na mão do diretor William [França] e da diretora Renata [Baruzzi] estudar para que o Brasil, aproveitando o aumento da produção de gás natural proporcionado pela Petrobras, consiga chegar a cerca de 70% a 75% dos fertilizantes nitrogenados que o Brasil precisa”.
Ao lado do presidente Lula (PT), a presidente da Petrobras anunciou mais R$ 72 bilhões em investimentos Sergipe, ao mesmo tempo em que criticou a desconcentração do mercado de gás natural.
“O que abaixa o preço do gás natural não é trocar o gás natural de mãos. Tampouco fazer algum tipo de canetada para trocar o gás natural de mãos. O que gera gás natural e abaixa o preço é investir com seriedade, colocar esforço, aumentar o esforço de produção, de compressão, de busca desse gás natural, para que ele olhe para a lei da oferta e da procura”, criticou Chambriard, durante evento com a presença do ex-relator da Lei do Gás, senador Laércio Oliveira (PP/SE).

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou nesta sexta (29) que a estatal avalia a ampliação da capacidade de suas fábricas de fertilizantes (Fafens) localizadas em Sergipe, Bahia e Paraná, além da unidade em construção em Mato Grosso do Sul.
Durante evento de anúncio de investimentos em Sergipe, a executiva explicou que a medida ainda depende de estudos técnicos, mas integra a estratégia de elevar a produção de fertilizantes nitrogenados em busca da autosuficiência nacional.
Segundo Chambriard, a estatal será capaz de suprir 35% da demanda nacional por fertilizantes nitrogenados com os investimentos atuais, mas a intenção é chegar a cerca de 75%
“Isso depende dos estudos do pessoal de refino. Está na mão do diretor William [França] e da diretora Renata [Baruzzi] estudar para que o Brasil, aproveitando o aumento da produção de gás natural proporcionado pela Petrobras, consiga chegar a cerca de 70% a 75% dos fertilizantes nitrogenados que o Brasil precisa”.
Ao lado do presidente Lula (PT), a presidente da Petrobras anunciou mais R$ 72 bilhões em investimentos Sergipe, ao mesmo tempo em que criticou a desconcentração do mercado de gás natural.
“O que abaixa o preço do gás natural não é trocar o gás natural de mãos. Tampouco fazer algum tipo de canetada para trocar o gás natural de mãos. O que gera gás natural e abaixa o preço é investir com seriedade, colocar esforço, aumentar o esforço de produção, de compressão, de busca desse gás natural, para que ele olhe para a lei da oferta e da procura”, criticou Chambriard, durante evento com a presença do ex-relator da Lei do Gás, senador Laércio Oliveira (PP/SE).
Oliveira é um dos defesores da abertura do mercado e estímulo à concorrência como estratégia para reduzir o custo do gás natural no Brasil.
Investimentos em produção
Do total anunciado hoje, mais de R$ 60 bilhões serão investidos para o desenvolvimento do projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP), previsto no Plano Estratégico da companhia.
Durante o evento, foram assinados com a SBM Offshore os contratos de construção das plataformas de SEAP P-81 e P-87, que, juntas, terão capacidade instalada para produzir diariamente até 240 mil barris de óleo e processar 22 milhões de m³ de gás natural.
O início da produção de óleo está previsto para 2030, com exportação de gás a partir de 2031. Além dos dois FPSOs, o empreendimento prevê a construção e interligação de 32 poços e a implantação de um gasoduto de escoamento com cerca de 134 km de extensão.
A expectativa é que a participação do Nordeste na oferta nacional de gás natural quase dobre, saindo dos atuais 16% para cerca de 31% até 2035, afirma a petroleira.
Retomada da Fafen-SE
O plano de investimentos em Sergipe inclui a reativação e operação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe (Fafen-SE) para fornecer ureia e amônia.
Com R$ 60 milhões investidos, a Fafen tem capacidade de produção de 1.800 toneladas diária de ureia, o que representa aproximadamente 7% da demanda nacional.
A unidade localizada no município de Laranjeiras produz amônia desde 31 de dezembro e iniciou a produção de ureia em 3 de janeiro.
Segundo a executiva, essa retomada foi possível graças à ampliação da produção de gás natural.
“[A retomada foi possível] porque nós fomos capazes de ampliar a produção de gás natural, de fazer uma unidade de processamento de gás natural de grande poorte, de aumentar a disponibilidade que era de 29 milhões para 52 milhões [de metros cúbicos]”.
“Foi isso que fez com que o gás natural caísse de preço e permitisse a viabilidade econômica dessas plantas de fertilizantes”, completou.
FONTE https://eixos.com.br/