Para idosos que contam cada real para dar conta de despesas básicas, qualquer economia faz diferença — e a conta de energia costuma ser uma das que mais pesam no fim do mês.
Por isso, uma mudança prevista para 2026 começa a ganhar destaque e promete aliviar o orçamento de quem vive com renda apertada, especialmente entre aposentados e beneficiários de programas sociais.
Quem pode deixar de pagar a conta de energia
A partir de janeiro de 2026, idosos de baixa renda poderão ficar desobrigados de pagar a conta de energia elétrica em situações específicas. A regra está ligada à ampliação da Tarifa Social de Energia Elétrica, integrada ao programa federal Luz do Povo. Pelo modelo atual, famílias inscritas no Cadastro Único podem ter isenção total do consumo mensal de até 80 kWh, desde que atendam aos critérios de renda.
Ter mais de 60 anos, sozinho, não garante o benefício. É necessário estar com o CadÚnico atualizado e ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo. Idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada, o BPC, também entram automaticamente no grupo atendido. Quando o direito é reconhecido, o desconto passa a ser aplicado direto na fatura, sem necessidade de pedido formal.
Mesmo com a isenção, algumas cobranças continuam aparecendo, como a taxa de iluminação pública, definida pelas prefeituras. Isso costuma gerar dúvida, mas não invalida o benefício. Outra novidade é que, em 2026, famílias com consumo de até 120 kWh terão redução adicional de encargos, diminuindo ainda mais o valor final.
Caso o desconto não apareça, a orientação é procurar o CRAS ou a distribuidora de energia para conferir o cadastro. Para muitos idosos, essa atualização pode significar menos uma conta para pagar e mais tranquilidade no dia a dia.
Fonte https://www.tnh1.com.br/