Na Suíça, pobres vivem em “favelas” que oferecem qualidade de vida superior à de muitas cidades do mundo

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Descubra o modelo suíço que garante qualidade de vida em todos os níveis.

Basileia desconstrói o imaginário de pobreza urbana, sendo uma cidade do Noroeste da Suíça onde o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ultrapassa a marca de 0,964. Mesmo nas regiões estigmatizadas como “favelas na Suíça” em redes sociais, a infraestrutura de saneamento, segurança e transporte público mantém padrões de excelência inexistentes em áreas nobres de muitos países.

O termo “favela” é utilizado nas plataformas digitais como uma hipérbole para descrever zonas de alta densidade demográfica e estética funcional, distantes dos chalés alpinos turísticos. A diferença real entre um bairro nobre e uma zona operária em Basileia reside na metragem dos apartamentos e no design das fachadas, é raro na ausência do Estado ou precarização de serviços.

Nessas localidades, como o bairro de Klybeck, o urbanismo prioriza a eficiência habitacional em vez da estética histórica. Edifícios de linhas simples abrigam uma população densa, mas contam com isolamento térmico de ponta, água potável universal e manutenção predial rigorosa subsidiada por políticas públicas habitacionais.

A escolha por morar nessas áreas é frequentemente estratégica, visando o acúmulo de capital em um dos países mais caros do mundo. Um trabalhador com rendimento base próximo a 4 mil francos suíços consegue garantir acesso a tecnologia de ponta, lazer e nutrição de qualidade, vivendo com uma dignidade material inalcançável para a mesma classe social em outras nações.

Veja como é a realidade de quem vive nos bairros considerados mais pobres da Suíça. O vídeo do canal Lima Experience (120 mil inscritos) visita as zonas menos favorecidas de Basileia para mostrar as diferenças de estilo de vida:

Qual a vantagem econômica da localização fronteiriça?

A geografia de Basileia oferece um benefício exclusivo para os residentes desses bairros e para a região como um todo: a proximidade imediata com as fronteiras da Alemanha e da França. O chamado “turismo de compras” permite que famílias reduzam drasticamente o custo de vida cruzando a fronteira para adquirir mantimentos em euros, aproveitando a disparidade cambial a seu favor.

Essa logística permite que o orçamento doméstico seja otimizado, sobrando recursos para viagens e bens de consumo. Ter um carro popular estacionado na rua nessas zonas não é sinal de risco e não é raro, mas uma ferramenta prática de mobilidade, visto a cidade ter baixa em criminalidade em comparação global, mas maior nacionalmente.

Na Suíça, pobres vivem em “favelas” que oferecem qualidade de vida superior à de muitas cidades do mundo
Passeie pelo centro histórico de Basileia, Marktplatz e Reno com ferry: charme suíço descontraído e acolhedor! / Créditos: depositphotos.com / Xantana

O que caracteriza o urbanismo dessas comunidades?

Circular pela “periferia” suíça revela uma cidade menos idealizada e mais humana, onde a integração social acontece na prática. A habitação social não é sinônimo de abandono; pelo contrário, os conjuntos residenciais destinados a refugiados e trabalhadores seguem protocolos rígidos de limpeza e conservação.

Abaixo estão os pilares que sustentam a qualidade de vida nessas regiões multiculturais:

Basileia encanta com museus icônicos e Reno vibrante, inspire sua alma cultural na capital artística da Suíça! / Créditos: depositphotos.com / matteocozzi

Motivos que tornam a periferia suíça um modelo global

A análise dessas comunidades prova que a desigualdade de renda não precisa resultar em miséria quando há políticas públicas estruturantes. Basileia ensina que dignidade humana é um direito universal, não um privilégio de cep.

Você precisa conhecer essa faceta realista da Europa para entender o verdadeiro significado de desenvolvimento urbano.

Fonte https://www.tupi.fm/

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